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Pedagogia das celebrações de abril 2015
28 de março de 2015

Pedagogia de abril 2015  

Abril de 2015 pode ser definido como um mês totalmente pascal, para ser vivido na espiritualidade da alegria pascal, com a jubilosa esperança de um tempo novo para toda humanidade. Tempo novo marcado pela paz que o Ressuscitado oferece a seus discípulos e discípulas; marcado pelo serviço solidário e fraterno, para que o mundo seja a casa onde o amor favoreça o cultivo da vida plena.
 
A luz da Paixão de Jesus Cristo
            No ano passado (2014) propomos refletir o Tríduo Pascal à luz da Morte de Jesus Cristo. Foi nossa primeira experiência de enfocar o Tríduo Pascal à luz de um único tema, para iluminar as celebrações pascais da 5ª feira Santa, da 6ª feira Santa e do Sábado Santo. Diante do resultado positivo do ano passado, neste ano retomamos a mesma proposta, refletindo o Tríduo Pascal à luz da Paixão de Jesus Cristo.
Focar o Tríduo Pascal a partir da Paixão de Jesus é um modo de considerar a profundidade e a totalidade do sofrimento vivido por Jesus. Ele passou — fez sua Páscoa — na Paixão, no sofrimento. A Paixão de Jesus é também Páscoa, é passagem pela totalidade da dor humana, presente no sofrimento espiritual, psicológico e corporal, pelo qual passou. Jesus foi provado e purificado pelo sofrimento de sua Paixão. É, portanto, contemplando a Paixão de Jesus que podemos melhor compreender e encontrar o sentido divino no sofrer humano.
            Depois de presenciarem o drama da Paixão, todo o sofrimento pelo qual Jesus passou e a que estado ficou reduzido, é possível imaginar a dimensão e a profunda surpresa dos Apóstolos, ao constatarem a Ressurreição do Senhor. Os Apóstolos, os discípulos e discípulas de Jesus foram invadidos pela alegria espiritual que ultrapassa a compreensão dos sentimentos humanos até mesmo em grau de comparação. Uma alegria que, na simplicidade da alegria humana, só pode ser formulada com uma frase: “Jesus ressuscitou. Aleluia!”
 
O caminho pascal – Fé
            Depois da Oitava da Páscoa, que se conclui com o 2º Domingo da Páscoa, a Igreja, na dinâmica de catequese mistagógica, apresenta as conseqüências concretas para a vida do discípulo e discípula de Jesus de nossos tempos. Inicialmente, no tradicional encontro de Jesus com Tomé (2DTP), a Liturgia elenca um trio de atitudes e comportamentos próprios do discipulado: a fé, a partilha fraterna e construção da paz. A Palavra deste Domingo anunciará os primeiros resultados da Ressurreição de Jesus, destacando o relacionamento social na fraternidade, a vida nova conduzida pelos paradigmas divinos, o dom da fé e a promoção da paz. Fé que não se resume em conceitos doutrinários ou sentimentos abstratos, mas como necessidade para se participar da vida divina e, concretamente, construir e realizar uma nova sociedade, marcada por relacionamentos da solidariedade fraterna. Um modo de viver e entender com a vida a “Misericórdia Divina”, comemorado no 2º Domingo da Páscoa.
            A confirmação na fé, iniciada no 2º Domingo da Páscoa, continuará sendo proposta no 3º Domingo da Páscoa. A Liturgia volta a proclamar a realidade da Ressurreição de Jesus declarando aos celebrantes que Jesus não é um fantasma; ele está vivo e é o Ressuscitado. Deste modo, a Liturgia contempla a Ressurreição de Jesus, obra maravilhosa e prodigiosa realizada por Deus em Jesus, com um convite bem explícito aos celebrantes: converter-se à vida nova, para viver os mandamentos à luz do Evangelho e testemunhar sem medo a fé em Jesus ressuscitado. Uma celebração para favorecer a compreensão das responsabilidades do discípulo e discípula de Jesus a partir da Ressurreição do Senhor. A Ressurreição tem conseqüências no modo de viver, conseqüências com comportamentos que testemunham a fé.
 
 
O caminho pascal – discipulado
            Depois de insistir com os celebrantes sobre a necessidade da fé e a importância da fé na vida do discípulo e discípula de Jesus, os celebrantes são conduzidos pela pedagogia litúrgica no caminho do discipulado. Jesus Mestre é apresentado como Bom Pastor, aquele que conhece as suas ovelhas e as suas ovelhas conhecem a sua voz (4DTP).
            O 4º Domingo da Páscoa alarga a compreensão da Ressurreição a partir dos resultados de quem a vive na fé. Se a cura do paralítico (proclamada na 1ª leitura do 4DTP-B) é algo maravilhoso, mas mais maravilhoso é a Ressurreição de Jesus, que derrama o Espírito Santo na vida humana e nos faz seguidores do Bom Pastor, aquele que dá a vida e nos possibilita viver como filhos e filhas de Deus. Um fato maravilhoso, que convida os celebrantes a anunciar e testemunhar que pela Ressurreição de Jesus, e somente nele, encontra-se a Salvação, e a estrada segura por onde conduzir a vida, no seguimento do Bom Pastor.
 
 
Conclusão
            O caminho pascal, na pedagogia litúrgica, continuará nos próximos Domingos, destacando a necessidade de se viver intimamente unido a Jesus, como um ramo está unido à uma videira (5DTP-B), e a importância de cultivar o amor fraterno (6DTP-B). Assim completa-se o ciclo pedagógico do Tempo Pascal em vista do seguimento de Jesus. Depois seguirão as celebrações do envio, na Ascensão e em Pentecostes. Um tempo para ser vivenciado na alegria espiritual, a qual deverá marcar nossas celebrações, para que a Ressurreição de Jesus produza frutos de paz e de solidariedade fraterna em toda a terra.
Serginho Valle
 
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Tags: Tempo Pascal, fé, Bom Pastor, discipulado, Paixão de Jesus

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