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Esperamos um novo céu e uma nova terra
25 de outubro de 2014
Um novo céu e uma nova terra
 
Dois dias para olhar para o céu como nossa meta de vida
A Igreja contempla os Santos e Santas, aqueles homens e mulheres que já participam da santidade divina, e exclama com alegria: “Eis aqueles que buscam a face divina!”
A santidade divina é vivenciada na vida de homens e mulheres que se dispõem a fazer a vontade de Deus, a semelhança de Jesus, em todos os momentos de suas vidas. Quem assim vive contempla a face divina, que se revela em relacionamentos fraternos. Por isso, a Liturgia entende que celebrar a santidade de milhares e milhares de homens e mulheres que se dedicaram a viver totalmente e unicamente de acordo com a vontade divina é momento para louvar e glorificar a santidade divina em seus santos e santas e, além disso, para apresentá-los como exemplos de vida cristã e como incentivo em seus caminhos de santidade. Uma celebração, portanto, que indica o caminho da santidade aos celebrantes e com eles louva a Deus pela santidade da Igreja na vida de seus filhos e filhas.
A busca da santidade divina é uma profissão de fé na vida eterna, celebrada no dia da Comemoração dos Fiéis Defuntos, que neste ano acontece num Domingo, dia da Páscoa semanal. Nós cremos na vida eterna, canta a Liturgia da comemoração dos fiéis falecidos, sempre marcada pela solidariedade para com aqueles irmãos e irmãs que necessitam de nossas orações, em vista da purificação total de suas vidas, para poder participar plenamente da glória divina. É uma celebração totalmente voltada para interceder a graça divina em favor dos fiéis falecidos. Um momento de solidariedade, através da oração, que une a Igreja peregrina com a Igreja em purificação, presente nos irmãos e irmãs que aguardam esperançosos a participação na vida divina.
 
 
Nossa Igreja simbolizada na igreja
No decorrer do mês, uma celebração poderá chamar atenção ou estranheza: Dedicação da Basílica de São João do Latrão. Do ponto de vista teológico, a Liturgia considera a igreja sinal da Igreja, resumida na frase: “vós sois o santuário de Deus e o Espírito Santo habita em vós”. É a comemoração da festa da igreja-mãe de todas as igrejas de Roma e do mundo: a dedicação da basílica do Santíssimo Salvador, ou de São João de Latrão, como é mais conhecida. A basílica foi construída por Constantino na colina de Latrão ou Lateranense, no tempo do Papa Melquíades (311-314). Trata-se da igreja mais antiga dos católicos do rito latino. Na fachada da igreja se lê um motivo importante desta festa: "Mãe e Cabeça de todas as Igrejas da cidade e do mundo”. Isso faz compreender que um motivo desta festa é celebrar a unidade e o respeito para com a Sé Romana, simbolizada na construção e na data da dedicação da Basílica de São João do Latrão.
 
 
Conclusão do Ano Litúrgico - A / início do Ano Litúrgico - B
Outro evento litúrgico que marca as celebrações de Novembro é a conclusão do “Ano Litúrgico A”, que celebramos neste ano de 2014 e o início do “Ano Litúrgico B”. Dos dois últimos Domingos do “Ano A”, um exorta os celebrantes a viver na vigilância (33DTC-A), remetendo os celebrantes às realidades últimas, e ao investimento dos talentos, símbolo da vida. Talentos não se resumem a dotes pessoais, pois é a própria vida humana que um dia será devolvida ao Senhor da vida. Por isso, esta celebração tem a finalidade de favorecer nos celebrantes a virtude da vigilância ativa, que acontece pelo trabalho humano, investindo na vida para produzir mais vida e para cultivar a vida, de acordo com a proposta divina.
Um modo de investir na vida é favorecer a fraternidade de modo concreto, vendo no outro a presença do próprio Jesus Cristo (34DTC-A – Cristo Rei). “Todas as vezes que fizestes isso a um dos menores dos meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” Na Liturgia da Palavra do último Domingo do “Ano Litúrgico A” emergem três temáticas principais: aquela do Rei Pastor, aquela da vitória de Cristo, Rei da vida, sobre a morte e, aquela do Rei-juiz que se identifica e é encontrado na vida dos mais necessitados da terra, provocando-nos à misericórdia. Em vista disso, a celebração deste Domingo destaca o valor e a importância da misericórdia na vida cristã e ressalta que o julgamento final será pautado na misericórdia, no sentido que a misericórdia virá ao encontro dos misericordiosos.
Por fim, no início do “Ano Litúrgico B”, com a celebração do 1º Domingo do Advento – B, volta o convite à vigilância: “Vigiai, porque não sabeis quando o dono da casa virá!” A vigilância é uma necessidade cada vez mais importante em nossos tempos, em vista da Salvação divina pessoal e da humanidade. Se não caminharmos nos caminhos de Deus, nos perderemos em caminhos que não conduzem a lugar nenhum. A vigilância, portanto, em vista do encontro com o Senhor, em sua 2ª vinda, alimenta-se da espiritualidade, pela oração e meditação diária da Palavra de Deus. Da oração e da meditação da Palavra surgem obras e atitudes que mantêm os discípulos e discípulas acordados, até a volta do Senhor Jesus Cristo.
 
Conclusão
Novembro é um mês que será marcado por celebrações diferentes, mas com uma característica bem marcante: o endereçamento para o céu, para a Jerusalém do alto. Isto se visualiza nas primeiras celebrações do mês, mas é um tema também marcante pelo convite à vigilância e pela proclamação do Juízo Final, na celebração de Cristo Rei, a quem dedicamos o louvor e a glória eterna.
Serginho Valle
 
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Tags: Vida eterna, santidade, juízo final, São João do Latrão

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