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Caracter├şsticas da evangeliza├ž├úo
28 de junho de 2019

Pedagogia do mês de julho 2019

          Depois do Tempo Pascal e das solenidades que se seguem ao mesmo, o mês de julho, neste ano de 2019, pode ser caracterizado como o reinício, propriamente falando, dos Domingos do Tempo Comum. Entenda-se como Domingos do Tempo Comum em forma sequencial. 
          As celebrações, por sua vez, propõe um temário direcionado ao caminho do discipulado celebrando o envio evangelizador, o acolhimento na fraternidade e a importância da oração na vida dos discípulos e discípulas de Jesus. Nosso foco de reflexão será a evangelização.

 
Evangelização e fraternidade
            O envio evangelizador (14DTC-C) é celebrado destacando três características próprias do exercício da evangelização: a mansidão, a gratuidade e a comunhão. Não se evangeliza com os critérios de publicidade dos nossos tempos, mas propondo o Evangelho de modo manso, gratuitamente e favorecendo a comunhão fraterna. Ao enviar seus discípulos, Jesus não insiste em resultados, pede apenas que o projeto do Reino seja semeado. A primeira tarefa do processo evangelizador, portanto, consiste em anunciar, isto num contexto simbólico da atividade de semear a semente do Reino.
            Outra característica da evangelização é a finalidade do envio evangelizador de Jesus quando o evangelista anota que os enviou onde ele mesmo deveria ir (E do 14DTC-C). A evangelização, portanto, tem a finalidade de preparar o caminho para que o Senhor seja acolhido. O importante não é o evangelizador, mas aquele que ele anuncia: o Messias.
            A fraternidade, celebrada no 15DTC-C, tem muito a ver com a mansidão, a gratuidade e a comunhão, características do exercício evangelizador de Jesus (14DTC-C). A mansidão, a gratuidade e a comunhão são atividades próprias da fraternidade, de quem se faz próximo, especialmente daquele que está descartado, marginalizado è beira do caminho. A Parábola do Bom Samaritano (15DTC-C) é um ícone do evangelizador, daquele que se faz próximo para resgatar a vida de quem está jogado por terra, à beira do caminho. Se uma característica do evangelizador consiste em semear as sementes do Reino, outra característica consiste em ser fraterno, em se fazer próximo.
            Um terceiro modelo de evangelização, presente na pedagogia litúrgica de julho 2019, está na visita que Jesus realiza na casa de Marta e Maria (16DTC-C). Cada uma delas exerce uma forma diferente de acolhimento. Marta acolhe julgando saber o que o outro precisa; Maria acolhe ouvindo o que o outro tem a dizer, o que outro quer partilhar; é a gratuidade de quem escuta. O acolhimento, portanto, é uma terceira característica da evangelização e se caracteriza pela disposição de ouvir o que o outro tem a partilhar. Não se evangeliza somente falando, mas também se colocando à escuta do outro, especialmente quando este outro é o Mestre.
 
Evangelização e oração
            Além do temário evangelizador, outro tema da pedagogia de julho é a oração (17DTC-C). Anoto que se trata de uma distinção com a finalidade de distinguir, de chamar atenção, porque oração e evangelização são atitudes que sempre estão juntas; não existe evangelização sem a oração e toda oração sempre é evangelizadora. No 17DTC-C, a oração tem uma força salvadora; a oração dos justos, particularmente, atrai a salvação divina para o povo (1L do 17DTC-C). Um povo que reza e vive na oração evangeliza pela presença ativa da graça divina, sempre presente na oração. Entende-se, pois, que não existe evangelizador se este não for orante.  
Serginho Valle
Junho de 2019
 
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