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BĂ­blia: fonte da sabedoria existencial
30 de agosto de 2019

Bíblia: fonte da sabedoria existencial

O mês de setembro, dedicado à Bíblia, apresenta uma pedagogia muito sugestiva para favorecer nos celebrantes o carinho para com a Palavra de Deus, presente na Bíblia Sagrada. É esta mesma Palavra que irá abrir os olhos dos celebrantes para compreender que Deus não condena as riquezas, mas a falta de generosidade, o egoísmo e a corrupção que deixa o pobre morrer de fome. Condena o bem que pode ser feito com as riquezas, mas não se faz.
 
Palavra é para ser ouvida e seguida
No que toca a acolher a Palavra de Deus na vida pessoal, um incentivo forte se faz presente no primeiro Domingo de setembro (22DTC-C), num contexto celebrativo que convida a ouvir a Palavra para viver fazendo a vontade de Deus em todos os momentos da vida. A Palavra de Deus é apresentada como voz que convoca a viver o projeto divino e, para isso, a necessidade de cultivar a humildade e a simplicidade próprias de que não vive em busca dos primeiros lugares.
A consequência de ouvir e se fazer obediente ao projeto divino conduz ao discipulado, que acontece pelo seguimento de Jesus (23DTC-C). O Evangelho do 23DTC-C pede um discernimento profundo a quem deseja se colocar no caminho do discipulado, não unicamente pela exigência de deixar tudo, mas a necessidade de deixar tudo para transformar o Evangelho (Bíblia) em fonte de sabedoria divina para a vida humana. A Bíblia, portanto, como fonte da sabedoria existencial.
Tem outro dado considerável no aspecto da valorização da Palavra de Deus na proposta celebrativa do 23DTC-C: a importância da direção espiritual na vida de quem sente o desejo de se fazer discípulo e discípula de Jesus. Para isso, a Bíblia Sagrada, como é de se supor, assume a dimensão de fonte, pois a Palavra de Deus alimenta a vida espiritual pela meditação e pela reflexão cotidiana da Palavra.
 
Deixar-se encontrar por Deus
A Bíblia Sagrada enquanto Palavra de Deus tem outro aspecto importante na pedagogia desse mês de setembro: a dimensão do se deixar encontrar por Deus. Isto supõe que existem desvios, mudança de caminhos, mudanças no modo de pensar que conduzem à perdição. O 24DTC-C celebra a misericórdia divina, porque para Deus nada e ninguém está perdido; Deus sempre pode encontrar tudo e, quando encontra, festeja a alegria do encontro e da volta. Nós até podemos nos esconder de Deus, desaparecer da sua vista por um tempo, mas ele, qual Pai bondoso, sempre sai em busca da ovelha perdida, sempre varre a casa para encontrar a moeda (o valor) da vida, sempre espera o retorno do filho pródigo. Deus sempre acolhe e encontra.
 
Generosidade e riqueza
Os dois últimos Domingos de setembro convidam a refletir o relacionamento que o discípulo e discípula de Jesus com a riqueza. Para isso ilumina a reflexão com a luz da generosidade. Jesus não condena a riqueza, nem o dinheiro e nem os bens materiais, mas lhe dá um sentido pelo cultivo da generosidade e da partilha.
O primeiro elemento encontra-se no 25DTC-C convidando a educar o coração à generosidade, especialmente a generosidade para com os mais pobres. Quem cultiva no coração o desejo da riqueza perde o sentimento da generosidade e torna-se indiferente diante do sofrimento de quem padece. Pior que isso, como aconteceu com o rico que se banqueteava todos os dias, não consegue ver a fome de alguém que está à sua porta. Quem se faz generoso, encontra-se com Deus na partilha do pão e na partilha da vida, presente na pessoa do pobre. A importância de cultivar a generosidade começa pelo desapego das riquezas.
O segundo elemento da relação do discípulo e discípula para com a riqueza assinala o risco e o perigo de se corromper, tornar-se corrupto. O 26DTC-C alerta para o fato que a corrupção parece estar continuamente diante dos olhos de quem se deixa seduzir pela riqueza. Uma sedução que cega, que perde o olhar fraterno para com os mais pobres, diferente do olhar divino que conhece o pobre pelo nome: Lázaro. A afronta ao pobre é a grande crítica que a Bíblia faz aos ricos. Deus não condena a riqueza, mas a indiferença para com os pobres; uma indiferença tamanha a ponto de permitir que morram por causa do pecado da ganância.
Serginho Valle
Julho de 2019
 
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