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Igreja missionária
28 de setembro de 2019

Igreja missionária

           A Igreja, no Brasil, como sabemos, faz do mês de outubro um convite especial para refletirmos sobre a centralidade da missionariedade na Igreja. Centralidade sim, porque Jesus cria sua Igreja enviando seus discípulos e discípulas para evangelizar o mundo, até os confins da terra (Mt 16,15). É neste contexto missionário que sugerimos iluminar a pedagogia das celebrações deste mês de outubro.
Este mês de outubro de 2019, ainda mais, foi instituído pelo Papa Francisco como “Mês missionário extraordinário” e também o tema da novena da Padroeira, em preparação da Solenidade de Nossa Senhora Aparecida, reflete a dimensão missionária da Igreja como preparação orante pelo Sínodo Panamazonico: “Com Maria, escolhidos e enviados em missão”.
 
Fé, fundamento das missões
            A atividade missionária só é possível se estiver fundamentada na fé. Não existe atividade missionária sem a fé porque a evangelização é um testemunho de fé e, ao mesmo tempo, uma proposta de fé para a vida pessoal e comunitária. A celebração do 27DTC-C revela que a qualidade da fé acontece pelo testemunho vivencial marcado pela ministerialidade, pelo serviço. Ou seja, a atividade missionária fundamentada na fé acontece pelo testemunho de vida e pelo serviço à vida, para que a vida seja plena em cada pessoa e em toda a comunidade onde o Evangelho é anunciado e vivenciado.
            O 28DTC-C propõe um dado importantíssimo: a fé como condição para Deus realizar o milagre. Nesse Domingo, a Liturgia proclama a cura de leprosos na 1ª leitura e no Evangelho. É uma Palavra que favorece compreender que o milagre não se realiza como espetáculo mágico, mas dentro da normalidade da vida, com ritos simples, como lavar-se no rio ou na caminhada do cotidiano. Existe um contexto missionário nesta perspectiva de realizar o milagre de transformações de vidas, não com teatros de ritos e palavras, mas na cotidianidade da vida. O missionário não parte em missão com superpoderes; leva consigo apenas o poder da Palavra de Jesus e o testemunho existencial daquilo que a Palavra realiza em sua vida pessoal.
            Por fim, um terceiro elemento importantíssimo para que uma missão possa acontecer: a fé não existe sem a oração (29DTC-C). Por isso, a fé e a oração são atitudes imprescindíveis na missão de testemunhar o Evangelho no nosso dia a dia. A fé é condição para se orar como cristão, primeiro, porque só reza bem quem reza com fé e, segundo, é a oração que favorece o crescimento da fé no orante. Com contornos conclusivos, considerando a tríade fé - oração – missões, podemos dizer que a fé promove a oração e a oração promove e sustenta o testemunho missionário.
 
A qualidade da oração
            É dado adquirido na espiritualidade que o cristão não vive sem oração porque é a oração que alimenta a vida dos discípulos e discípulas de Jesus. Dentro do contexto pedagógico proposto, focado na missionariedade da Igreja, entende-se que a oração é a fonte da missão. Quanto mais se reza, mais se testemunha a fé; mais se assume a missão de testemunhar a fé com palavras e pelo testemunho de vida (30DTC-C).
            A oração sincera só acontece na sintonia dos corações humano e divino. É o que a Liturgia Eucaristia, no diálogo que antecede a proclamação prefacial da Oração Eucarística, diz: “Corações ao alto — o nosso coração está em Deus”. Quer dizer, o nosso coração está sintonizado com o coração divino. Para que a sintonia aconteça, a Palavra do 30DTC-C elenca quatro condições: que o orante esteja sintonizado com a justiça divina, não discrimine pessoas, seja bondoso com o pobre e seja humilde quando se coloca em oração. Deus não ouve as orações dos orgulhos, ensina Jesus no Evangelho do 30DTC-C.
 
Conclusão
            A conclusão ilumina-se em três características missionárias propostas no tema da novena da Padroeira para este ano de 2019: “Com Maria, escolhidos e enviados em missão”, expressa nos verbos gestar – assumir – interceder.
            Iluminando-se na espiritualidade mariana, os discípulos e discípulas de Jesus testemunham o Evangelho como Maria, gestando e gerando Jesus, condição para que Jesus viva na vida do missionário e seja apresentado pelo testemunho existencial. Como Maria, só se torna missionário e missionária do Evangelho quem assume o caminho do discipulado e, com o terceiro verbo, quem sabe interceder pelo povo para que o vinho da festa da vida plena nunca termine.
Serginho Valle
Agosto de 2019
 
 
 
 
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