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A mistagogia do Tempo Pascal
01 de maio de 2020

 Mistagogia do Tempo Pascal

 
As celebrações do Tempo Pascal são, na tradição litúrgica, mistagógicas. Isto significa que celebra a Ressurreição de Jesus com forte dimensão pedagógica para aprofundar o Mistério celebrado em vista do compromisso existencial dos celebrantes. Não apenas conhecer o que se celebra, mas conhecer, refletir, celebrar e comungar o compromisso em cada momento Eucarístico, em cada momento de ação de graças.
 
Quem é aquele que seguimos
            Os dois primeiros Domingos da Páscoa, no mês de maio de 2020, revelam a identidade de Jesus: ele é o Bom Pastor (4DTP-A) e ele é o Caminho, a Verdade e a Vida (5DTP-A). Uma revelação proposta em termos de dinamicidade, seja pelo seguimento do Pastor, que tem a ver com movimento para se colocar no seguimento do Bom Pastor; seja na condição de caminhar na vida de Jesus, que é Caminho. Em ambos os casos, a vida cristã é uma atitude de se colocar a caminho. O cristão é, na essência, alguém que caminha no seguimento do Mestre.
            Hoje, isto ficou muito poetizado, no sentido que se fazer “ovelha” do Bom Pastor está mais na ordem do sentimento que do compromisso. Por isso, a importância de chamar atenção para o perigo de falsos pastores, daqueles que não conduzem ao Evangelho como Caminho da verdade e da Vida. Ao contrário disso, a identidade cristã de se fazer caminheiro, seguidor do Bom Pastor, o torna “pedra viva” e não uma simples pedra empilhada com argamassa numa parede (2L do 5DTP-A). Uma pedra que pertence à Igreja, Corpo de Cristo, e que constrói sua vida no fundamento da “pedra angular”, que é o próprio Ressuscitado.
            Certamente que todo esse processo não pode acontecer unicamente a partir de nossa boa vontade. Digamos que essa deva ser a disposição para que tudo aconteça, mas a boa vontade humana, em si e por si, não tem forças para aguentar tamanha transformação existencial. Para isso é necessária uma força espiritual: a força do Paráclito, prometido por Jesus no Evangelho do 6DTP-A. É o Espírito Santo que fortalece a vida pessoal e a torna capaz de discernir a voz do Bom Pastor da voz dos pastores que entram no redil para assaltar e roubar a vida.
 
Missão da Igreja
            O segundo aspecto da pedagogia de maio 2020 é a consequência da Ressurreição para a vida da Igreja. Isto aparece de modo muito evidente na finalidade primária da Igreja: enviada para fazer discípulos todos os povos (Ascensão). A Igreja tem como primeira e única tarefa a atividade missionária e evangelizadora. Não se trata de uma atividade de proselitismo. Como dizia Papa Bento XVI, a Igreja não cresce por proselitismo, mas por atração; pela atração da proposta do Evangelho, feita em forma de anúncio e de testemunho existencial. A dimensão existencial consiste em colocar-se no seguimento do Bom Pastor (4DTP-A), seguindo-o como Caminho, Verdade e Vida (5DTP-A), na estrada de Jesus, isto é, no discipulado.
            Como na dimensão espiritual pessoal, da necessidade do Espírito Santo na condução de se fazer seguidor do Bom Pastor (4DTP-A), a Igreja só pode realizar sua atividade missionária se estiver iluminada e conduzida pelo Espírito Santo de Deus. É para isso que Jesus intercede ao Pai para que derrame o seu Espírito Divino na Igreja, o que acontece já no dia da Ressurreição (Domingo da Páscoa) e na celebração de Pentecostes.
            Por isso, a Igreja celebra Pentecostes como uma grande invocação, feita juntamente com Jesus Cristo ao Pai, para que envie o Espírito Santo à Igreja tornando-a sempre mais santificada, mais misericordiosa, mais humana, a exemplo da santidade, da misericórdia e da humanidade de Jesus. Pentecostes celebra o memorial da vida do Espírito Santo como uma grande e perene invocação para interceder igualmente o fervor, o entusiasmo e a criatividade evangelizadora, pois o Espírito Santo é renovador e faz novas todas as coisas.
Serginho Valle
Março de 2020  
 
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