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27 de fevereiro de 2021

Um tempo para renovar a Aliança

 
A Quaresma do Ano B caracteriza-se pela fundamentação na Teologia da Aliança. Fundamento que remete ao tema da fidelidade à Aliança. Isto é possível perceber em todas as celebrações quaresmais do Ano B, especialmente estas celebradas no mês de março 2021, preparadas no enfoque da Aliança proposta por Deus e na fidelidade, tanto da parte divina como da parte humana.
A Aliança é sempre celebrada entre pares, que assumem compromisso de fidelidade. Por isso, o acento na fidelidade divina; um tema que se traduz pela insistência em propor e repropor uma Nova Aliança (5DTQ-B) diante das infidelidades humanas.
O modo mais comum de viver a fidelidade à aliança é pela religião. Mas, também esta foi maculada pelo comércio; o templo transformado em shopping é uma violação do projeto divino a favor da vida humana (3DTQ-B). Jesus reage a este tipo de infidelidade e expulsa o comércio, o marketing e o lucro do templo. A religião não é fonte de renda, é caminho para se viver na fidelidade da aliança em vista do projeto divino. Vender e ganhar dinheiro comercializando a fé é pecado porque Deus disponibiliza tudo gratuitamente e não em vista do egoísmo, da ganância e do lucro.
 
Fidelidade e infidelidade na Aliança
O modelo da fidelidade à Aliança encontra-se em Jesus Cristo. Ele é fiel à Aliança divina, mesmo se para isso deva passar pelo sofrimento e pela tortura da sua Paixão e morte (Ramos). Assim, a figura do "Servo de Javé" que, mesmo colocado à prova extrema pela violência humana, permanece fiel, é como que encarnada em Jesus Cristo. Vive sua fidelidade na obediência ao projeto do Pai. Essa sempre foi a motivação existencial de Jesus: fazer em tudo a vontade do Pai e isto valeu também para o momento extremo de sua vida.
Infidelidade e suas consequências ao projeto divino, selado em contrato nas Tábuas da Lei (Mandamentos), proclamada no 4DTQ-B. O povo conhecia as cláusulas da Aliança, tinha jurado fidelidade a Deus e, mesmo assim, a começar dos dirigentes, é infiel à Aliança. A escolha foi pela infidelidade.
A 1ª leitura, do livro das Crônicas (4DTQ-B), relata a consequência da deportação e do exílio da Babilônia graças às infidelidades dos reis e do povo para com a Aliança. A leitura não permite uma interpretação castigadora, da parte divina; o olhar é dirigido mais para as consequências da infidelidade de reis e do povo. A Aliança é um caminho que conduz a locais de vida plena e, em caso de descumprimento, o resultado do caminho conduz à deportação e à formas de escravidões.
 
Como Deus resolve a situação da infidelidade
Deus não abandona o povo, ao contrário, age de modo criativo: não mais escreverá a Aliança em pedras ou num papel, mas no coração de cada ser humano. Coração, no sentido Bíblico, de centro da vida, no local das decisões humanas. Estando no coração, Deus compreende que o homem não terá dificuldade de tomar decisões iluminadas pelo projeto divino (5DTQ-B). Mesmo conhecendo o coração humano, Deus confia que o homem e a mulher possam pensar e decidir-se a viver iluminados pelo seu projeto.
Mas, como bem sabemos, a coisa não é bem assim. Mesmo com o projeto divino inscrito no coração, o homem e a mulher nem sempre agem de acordo com a proposta divina. Qual a reação divina, então? Deus envia seu Filho ao mundo para salvar a humanidade. Este Mistério da Redenção, cujo ápice acontece na Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, começa a ser celebrado no último Domingo de março, no Domingo de Ramos.
Serginho Valle
Fevereiro de 2020
 
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