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Pedagogia de julho 2021
26 de junho de 2021

Pedagogia Litúrgica julho 2021

 
O enfoque da atividade evangelizadora ilumina as propostas celebrativas do SAL – Serviço de Animação Litúrgica para o mês de julho 2021. O enfoque tem a finalidade de favorecer a preparação das celebrações Dominicais a partir de um critério pastoral, na dinâmica mistagógica. Como dito, para o mês de julho 2021, o enfoque, a luz que ilumina a preparação e a realização das celebrações é a dimensão evangelizadora da Igreja.
 
A dimensão evangelizadora está intimamente ligada à missão da Igreja. Por isso, não se pode falar de dimensão evangelizadora sem mencionar a dimensão missionária, presente nos 4 Domingos de julho 2021.
 
No primeiro Domingo de julho, a Liturgia propõe o exemplo de dedicação e a entrega da própria vida na atividade missionária evangelizadora de São Pedro e São Paulo. O fundamento da atividade missionária e evangelizadora da Igreja encontra-se no 15DTC-B e no 16DTC-B. A dimensão prática da evangelização, por sua vez, está no 17DTC-B, no Evangelho da multiplicação dos pães.
 
Repetindo: exemplo da missão evangelizadora, na Solenidade de São Pedro e São Paulo; fundamento da missão evangelizadora no 15º e 16º Domingos do Tempo Comum – B e prática da missão evangelizadora no 17º Domingo do Tempo Comum – B.
 
Do ponto de vista pastoral litúrgico, o objetivo é favorecer nos celebrantes o contato com o compromisso da missão evangelizadora como atividade própria da Igreja; a atividade central da missão da Igreja: a Igreja existe para evangelizar. As celebrações de julho favorecem aos celebrantes a compreensão que a evangelização teve início com Jesus Cristo e continua na Igreja e pela Igreja, que somos todos nós. Por isso, a evangelização é uma atividade que diz respeito a todos os batizados.
 
Evangelizar é testemunho existencial da fé em Jesus
Como mencionado acima, na primeira celebração de julho 2021 celebra-se a Solenidade de São Pedro e São Paulo que, no Brasil, é transferida do dia 29 de junho, data original da Solenidade Litúrgica, para o Domingo seguinte. No enfoque evangelizador que estamos sugerindo para julho, nas propostas celebrativas do SAL – Serviço de Animação Litúrgica, propomos apresentar Pedro e Paulo como exemplos de quem coloca radicalmente a própria vida à disposição da atividade evangelizadora. Antes de celebrar a missão evangelizadora, na Solenidade de São Pedro e São Paulo, a Liturgia apresenta o exemplo dos seus maiores evangelizadores.
 
A primeira atividade evangelizadora consiste em perceber a necessidade de acolher a Palavra de Jesus, acolher o Evangelho em atitude fé. Antes de alguém se tornar evangelizador, ele necessita ser evangelizado, ter a mística do Evangelho para viver do Evangelho. Pedro e Paulo demonstram que evangelizar não é ensinar o Evangelho ou pregar uma doutrina, mas é testemunhar um modo de viver. Entende-se que não existe evangelizador sem fé no Evangelho porque ele estaria pregando apenas uma doutrina, ao passo que o evangelizador sempre testemunha uma proposta de vida iluminada pelo Evangelho. Isto significa que a missão evangelizadora é consequência da fé de que Jesus é o Cristo, é o Filho de Deus; Jesus é o Evangelho de Deus. É o que sempre ouvimos depois da proclamação do Evangelho: Jesus é a PALAVRA DA SALVAÇÃO. Por isso, evangelizar é um testemunho existencial da fé em Jesus Cristo, como proclamado no Evangelho da Solenidade de São Pedro e São Paulo.
 
A fé, portanto, é o fundamento da dinâmica evangelizadora. Isto começa pela atração de Jesus Cristo — Papa Bento XVI e Papa Francisco dizem que se evangeliza por atração —; a pessoa sente-se atraída por Jesus Cristo pelo acolhimento do Evangelho, o qual produz a fé e, como consequência, o testemunho. Este é o primeiro momento: tornar-se evangelizado pelo encontro com Jesus Cristo e pelo acolhimento do seu Evangelho, que sempre é uma proposta de vida. É neste contexto que a proposta celebrativa do SAL – Serviço de Animação Litúrgica sugere celebrar a Solenidade de São Pedro e São Paulo: propondo-os como exemplo de pessoas evangelizadas pelo encontro com Jesus, do qual se tornaram testemunhos evangelizadores.
 
 
A gratuidade do testemunho evangelizador
Outro dado importante na dinâmica evangelizadora, depois do se deixar atrair por Jesus Cristo e pelo seu Evangelho, é a gratuidade. O Evangelho não é um produto comercializável e o evangelizador não evangeliza para ganhar dinheiro e ficar rico; o evangelizador vive daquilo que recebe (15DTC-B). A missão e o envio missionário não são meios de vida e jamais podem servir como fonte de renda. Na ação evangelizadora a única riqueza é o Evangelho apresentado como proposta de vida; como proposta de estilo de vida a partir da vida e dos ensinamentos de Jesus.
 
Tanto a vocação profética, proclamada na 1ª leitura do 15DTC-B, como a vocação evangelizadora, no Evangelho do 15DTC-B, jamais visam lucro porque são exercidas num contexto de obediência ao projeto divino. E isso significa situar-se na dinâmica da fé confiante: se Deus envia, ele proverá o que será necessário para a realização da missão evangelizadora. É a gratuidade como consequência da fé.
 
A virtude da gratuidade, na missão evangelizadora, portanto, encontra-se no coração do evangelizador. O evangelizador não faz pesquisa de mercado para lucrar às custas do Evangelho; ele não tem coração nem de mercador e muito menos de mercenário, mas coração de Bom Pastor. Não vê a realidade com os olhos de mercador, mas com o olhar compassivo do Bom Pastor, como diz a Palavra do 16DTC-B. O evangelizador jamais se pauta pela espiritualidade do mercado capitalista, mas pela espiritualidade da compaixão, da reconciliação e da construção da paz.
 
A espiritualidade presente na Palavra do 16DTC-B concentra-se no olhar compassivo de Jesus. É a espiritualidade que ilumina o olhar com a luz do Evangelho. Jesus é o evangelizador que anuncia o Evangelho porque sente compaixão do povo e não se serve do Evangelho para explorar o povo colocando o Evangelho a venda a custo de dízimos e de promessas incompatíveis com a competência do evangelizador como recompensas milagrosas de curas e prosperidade financeira.
 
A espiritualidade do evangelizador não o limita a ser um pregador ou cantor do Evangelho; ele não vive somente de pregações e nem poetizando o Evangelho, mas assume atitudes para saciar a fome do povo. O 17DTC-B é um exemplo claro que a evangelização não se limita a pregações, mas exige reações diante das necessidades do povo. É por isso que, nas duas últimas propostas celebrativas do SAL – Serviço de Animação Litúrgica, do 16DTC-B e do 17DTC-B, estamos propondo a mesma Oração Eucarística VI – D, que intercede: “dai-nos olhos para ver as necessidades de nossos irmãos e irmãs.”
 
A multiplicação dos pães, proclamada no 17DTC-B, no Evangelho de João, especificamente, não é considerado um milagre; é considerado um “sinal”. É o sinal da partilha do pão com quem tem fome e com quem é pobre. É o sinal evidente de quem é evangelizado e evangeliza pela fraternidade, como fazia Jesus. É o sinal evangelizador de quem tem o mesmo olhar compassivo de Jesus e — à luz da gratuidade evangelizadora — gratuitamente, não evangeliza para vender mais pães, mas para fraternalmente repartir o pão com quem tem fome.
 
 
Conclusão
O mês de julho é um mês com celebrações que favorecem refletir a dinâmica evangelizadora, realizada de modo exemplar por Pedro e Paulo, realizada na gratuidade do testemunho existencial e realizada na gratuidade da partilha fraterna do pão.
Serginho Valle
Abril de 2021
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