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Pedagogia Lit├║rgica da Semana Santa de 2023
11 de março de 2023

A FIDELIDADE na Semana Santa 2023

A Semana Santa é um Tempo Litúrgico especial — especialmente especial — pela profundidade espiritual e mística e teológica que a envolve. É um tempo de graça que precisa ser bem celebrado e, por isso, se entende celebrações capazes de tocar o coração (centro existencial) de cada celebrante.

Para este ano de 2023, o SAL (Serviço de Animação Litúrgica) sugere iluminar as celebrações com a luz mistagógica da FIDELIDADE. Em cada celebração, Jesus é o exemplo da fidelidade ao Pai. A mesma fidelidade, a qual cada celebrante é convidado a assumir e renovar nas celebrações da Semana Santa em vista de testemunhar fielmente a fé — FIDELIDADE — em todos os momentos e circunstâncias da vida pessoal e, por extensão, da vida cristã vivida na comunidade.

 

Domingo de Ramos 
Quando nos preparamos para uma recepção popular, hoje em dia, levamos bandeiras, faixas e muito barulho com foguetes, buzinas e aclamações com gritos, para saudar alguém importante. No tempo de Jesus, levavam ramos de árvores e aclamavam aos gritos de alegria quem era recebido. Disso, o nome de Domingo de Ramos para lembrar a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.

Além do aparato do acolhimento, quem recebe popularmente um personagem ilustre tem consigo pensamentos e desejo de ver o nobre visitante. Vai acolher com alguma expectativa. Na cabeça de todos, a mesma ideia: Jesus é o Messias; tinham consciência que estavam acolhendo o Messias. De fato, Jesus ingressa em Jerusalém como Messias, mas com um detalhe: a diferença entre o messianismo do povo e o messianismo de Jesus. Na cabeça do povo, o Messias guerreiro; na cabeça de Jesus, o Messias “servo de Javé”, totalmente disposto a fazer a vontade do Pai.

Quando Judas percebe que sua expectativa e a do povo seriam decepcionadas, ele assume o risco da traição. A fidelidade de Jesus ao Pai foi o motivo da traição de Judas, que era fiel — se mantinha na fidelidade — ao projeto da política do poder. A Igreja, da sua parte, é chamada a ingressar na sociedade sendo fiel — cultivando a fidelidade — unicamente ao projeto do Pai, correndo o mesmo risco de ser traída por um ou vários de seus filhos ou filhas, que são fiéis a projetos pessoais ou a projetos de ideologias políticas, por exemplo.

Este é o primeiro aspecto sugerido na proposta celebrativa do SAL para iniciar a Semana Santa: acolher Jesus que entra na sociedade testemunhando a fidelidade ao projeto divino e não se deixando levar por promessas de poderes do mundo. O contraponto, neste caso, acontece com o início da Quaresma, as tentações (Mt 4,1-11).

5f Santa
O modo de a Igreja participar do projeto divino — ter fidelidade ao projeto divino — é comungando a mesma fidelidade de Jesus presente na Eucaristia. Na Eucaristia, a Igreja reunida em assembleia litúrgica, participa do mesmo projeto de Jesus oferecendo sua vida como um dom ao Pai. Celebrar a Eucaristia é confirmar e renovar a fidelidade ao projeto divino na presença de Jesus e juntamente com o próprio Jesus. É uma atividade de comunhão e participação eclesial (como Igreja) e pessoal (como celebrante).

Isto traz uma consequência profunda, do ponto de vista da traição de Judas: ele não participa da Eucaristia, não faz comunhão com a vida divina, por isso está livre para trair Jesus e trair o projeto divino. Muito acima que um simples rito, a Eucaristia é um “sacrifício existencial” que oferece a vida divina e a vida humana, presentes em Jesus Cristo, entregando-as ao Pai como prova de fidelidade ao projeto do Reino. Quem celebra a Eucaristia renova sua fidelidade ao projeto divino tornando-se sacrifício existencial, quer dizer, oferta da própria vida, com Cristo e em Cristo, oferecida pela Igreja ao Pai. Quem celebra a Eucaristia e não vive na fidelidade ao projeto divino assume o mesmo risco da traição de Judas.

Além disso, na Quinta-feira Santa, a Eucaristia também é celebrada como “sacrifício serviçal”, presentificado pelo lava-pés. O gesto do lava-pés impede qualquer tentativa de limitar a Eucaristia apenas a louvores realizados dentro das igrejas; é um gesto que empurra os celebrantes a continuar a celebração da Eucaristia através do serviço fraterno em favor da vida plena, da vida digna para todos.

A proposta celebrativa do SAL para a Quinta-feira Santa está mistagogicamente contextualizada no compromisso do “sacrifício existencial” que, no depois celerbativo, transforma-se em “sacrifício serviçal” através da caridade fraterna.
 

6f Santa 
O modo máximo de servir oferecendo a vida plena que se encontra unicamente em Deus, acontece na Sexta-feira Santa, celebrado por Jesus no altar da Cruz. Esta é o símbolo mais poderoso da radicalidade do sacrifício divino e humano oferecido em fidelidade ao projeto divino. O sacrifício ritual de Jesus — a oferta da sua vida no pão e no vinho — traduzida em serviço pelo lava-pés, é vivenciada fisicamente por Jesus no altar da Cruz.

É assim que a Eucaristia e o lava-pés deixam de ser poesia e se tornam sacrifício, oferecimento (oferta) total e radical da vida para que a vida humana seja plena. “Prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão” (Jo 15,13). Em tal contexto, o Mandamento Novo, de amar-nos uns aos outros como Jesus nos amou, é transformando a vida pessoal em “sacrifício serviçal”; Jesus não pede para morrermos na Cruz, como aconteceu com ele, mas oferecermos a vida pelo serviço fraterno. Quem compreende isso compreende a vida cristã.

Na proposta celebrativa do SAL, em continuidade com a proposta da Quinta-feira Santa, o acento é colocado no motivo pelo qual Jesus é fiel até a morte e morte de Cruz (Fl 2,8) porque se fazendo sacrifício vivo revela a radicalidade do seu amor ao Pai, ao projeto do Reino e a cada pessoa humana de todos os tempos. Um aprofundamento maior, que poderá ser feito pessoalmente na Sexta-feira Santa pela manhã tomando os textos paulinos sobre a Cruz de Jesus Cristo.


Sábado Santo 
Para compreender a vida cristã existe a necessidade de avaliar o modo como olhamos a Cruz de Jesus Cristo. Na proposta celebrativa do SAL para a Sexta-feira Santa, são apresentados três olhares: o olhar teológico, o olhar doloroso da Mãe de Jesus e o olhar dos indiferentes, daqueles que são apáticos ao sacrifício de Jesus. No Sábado Santo, a proposta celebrativa do SAL apresenta o quarto olhar: o olhar do Pai. Este é o olhar que nos ajuda a compreender a Ressurreição de Jesus.

O Pai não olha a Cruz do seu Filho com o mesmo olhar humano. O Pai tem um olhar misericordioso, totalmente iluminado pela misericórdia, pelo amor profundo de quem vê no sacrifício da Cruz a súplica da humanidade pela vida plena. Na proposta celebrativa do SAL, sugerimos preparar e celebrar a Vígilia Pascal deste ano de 2023, ajudando os celebrantes a compreender que para o Pai, a Cruz não é um castigo, é uma grande súplica: Pai, dai-nos a possibilidade de participar da vida plena, da santidade, que se encontra em vós. O Pai ouve a oração e responde com ressuscitando Jesus.

Diante da oferta da vida — sacrifício existencial — a misericórdia divina ressuscita Jesus e cria uma nova humanidade. A criação de tudo, proclamada na 1ª leitura da Vigília Pascal, é renovada na mensagem do anjo: “ele não está aqui, ressuscitou” (Mt 28,1-10; Jo 20,1-9) Traduzindo: a plenitude da vida explodiu na humanidade.


Domingo da Páscoa
A explosão da vida é manifestada no amanhacer do primeiro dia da semana. Amanhece um novo sol, Maria não reconhce o homem novo e o confude com um jardineiro (Jo 20,15). Aquele sol que amanheceu o Domingo da Ressurreição começou a iluminar a vida humana de modo diferente. Daquele momento em diante, a realidade da vida precisa ser encontrada com outra luz: com a luz que vem da iluminação da Ressurreição de Jesus. Tudo é novo, tudo grita: verdadeiramente Jesus ressuscitou. Aleluia!

Na proposta do SAL, de iluminar as celebrações da Semana Santa na ótica da FIDELIDADE, o Domingo da Ressurreição torna-se o dia mais alegre da Igreja e, ao mesmo tempo, faz compreender que a ressurreição de Jesus é sempre propositora de compromisso de fidelidade aos discípulos e discípulas de Jesus Cristo. Fidelidade assumida e celebrada em todas as Eucaristias.


Convite
O primeiro convite é o incentivo para baixar o quanto antes as propostas celebrativas do SAL (Serviço de Animação Litúrgica) no endereço www.liturgia.pro.br Quanto mais cedo as propostas forem baixadas com maior antecedência acontecerá a preparação das celebrações da Semana Santa.

O segundo convite é para lembrar que lancei um curso de PLP – Pastoral Litúrgica Paroquial – e ficaria muito contente se você e sua comunidade paroquial participassem dessa reflexão da PLP, da Pastoral Litúrgica Paroquial. Para maiores informações sobre o curso, clique aqui

O SAL – Serviço de Animação Litúrgica, deseja que a Páscoa do Senhor seja plena da vida divina e renove o compromisso de fidelidade em toda a sua comunidade.


Feliz Páscoa!

Serginho Valle 
Março de 2023

 

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